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Jackson Vasconcelos: “Acho que o meu tempo no Fluminense está perto do fim”

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Jackson Vasconcelos, atualmente afastado da função de Diretor Executivo do Fluminense para coordenar a campanha para reeleição de Peter Siemsen, falou ao jornal Lance sobre o momento atual do Tricolor e confidenciou que deve deixar o Clube em breve.

- Acho que o meu tempo no Fluminense está perto do fim. Estou coordenando a campanha do Peter e espero muito que ele vença. Deixar o Deley vencer, com todas essas pessoas que ele está trazendo de volta, é um retrocesso.  A gestão do Peter mudou o clube, reorganizou tudo, equacionou as finanças e agora é hora de pensar num novo modelo mais gerencial, menos centralizado, de uma forma que o meu papel não tem mais tanta relevância. É uma primeira etapa que está cumprida – Explicou.

Jackson explicou que tinha contrato de um ano com o clube e ficou toda a gestão, e afirma que a tendência é que não siga mesmo no Fluminense em caso de reeleição de Peter Siemsen.

- Quando cheguei ao clube era para ficar um ano, fiquei três. Nesse meio tempo minha cartela de clientes políticos era de 12 pessoas, agora são quatro. É um momento que quero voltar a me dedicar à política que é minha área. A tendência é mesmo de que não siga no clube após a campanha. – Afirmou.

Jackson foi criticado pelo antigo vice-Presidente de futebol Tote Menezes (Leia matéria aqui) que o acusou de ser o presidente de fato do Clube, o que foi respondido com ironia.

- O Tote fica chateado porque ele queria ser o Jackson. É uma pessoa que eu gosto, mas não se encaixou no projeto da gestão e naquilo que a Flusócio pretendia. Ele reclama de mim porque queria ocupar o meu lugar, ser relevante para a gestão. – Afirmou.

O mesmo ocorreu em relação a Alcides Antunes (Leia matéria aqui), que chegou a ser vice presidente de futebol na Gestão de Peter, e teve a mesma resposta.

- O Alcides, assim como o Tote, é o caso de alguém que não se adequou ao modelo de gestão que era proposto. Ainda tem uma situação complicado de processos contra o clube por dinheiro que ele teria emprestado ao Fluminense, mas que não consegue comprovar. É complicado, né? – Criticou.

Sobre Rodrigo Barros

Rodrigo Barros
Profissional de Marketing Digital, SEO e Mídias Sociais, gosta de poesia, música e filmes, é pai da Heloísa e claro, torcedor do Fluminense.

Um comentário

  1. A CANOA ESTÁ AFUNDANDO E OS CARAS QUEREM PULAR FORA.

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