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Penhora do prêmio do Brasileirão atrasa salários nas Laranjeiras

Com a penhora de boa parte do prêmio pelo tetracampeonato brasileiro, a diretoria do Fluminense vem sofrendo um pouco para pagar os salários de seus funcionários. Os jogadores, por sua vez, recebem grande parte de seus vencimentos diretamente da Unimed, patrocinadora do clube. A expectativa é que tudo seja resolvido até a próxima terça-feira.

- O pagamento do salário de novembro depende da liberação da penhora, e esperamos conseguir resolver a situação nos próximos dias – confirmou o superintendente executivo do clube, Jackson Vasconcelos.

A verba devolvida, porém, era justamente a que seria utilizada para quitar os salários do último mês. A solução mais rápida seria pagar os vencimentos dos funcionários com o prêmio pelo título brasileiro, que sequer entrou nas contas do clube e também já foi penhorado em parte.

Do montante de R$ 9 milhões a que o Fluminense tem direito pela conquista e ainda não recebeu, R$ 3 milhões foram penhorados pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) no início de novembro na 9ª Vara Federal de Execução Fiscal do Rio, poucos dias depois da confirmação do título, por causa de uma dívida antiga do clube, contraída durante a gestão anterior (2007 a 2010).

O problema se deve em grande maioria ao não pagamento do Imposto de Renda retido na fonte e à apropriação indébita do INSS dos funcionários durante o período citado. A primeira notificação da penhora principal, representada por um montante total de R$ 22 milhões, aconteceu em agosto passado e também atrapalhou o pagamento dos salários daquele mês. O Tricolor conseguiu resolver a situação ao obter uma liminar que liberou o recurso para colocar as contas em dia. Logo em seguida, no entanto, um desembargador exigiu a devolução do dinheiro, o que a diretoria conseguiu realizar durante o mês de novembro.

A verba devolvida, porém, era justamente a que seria utilizada para quitar os salários do último mês. A solução mais rápida seria pagar os vencimentos dos funcionários com o prêmio pelo título brasileiro, que sequer entrou nas contas do clube e também já foi penhorado em parte.

Sobre Amanda Freitas

Amanda Freitas
Sou filha, amiga, mulher, tricolor, jornalista e sambista. O meu mundo se resume em duas palavra: Deus e Fluminense.

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