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Goleiros do Flu são convocados e representarão o Brasil em três categorias

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Com a tradição de revelar grandes goleiros, com passagens pela seleção Brasileira, como Marcos Carneiro Mendonça, Castilho, Félix e Paulo Victor, o Fluminense vivia desde a década de 80, uma certa escassez em convocações. Apenas o goleiro Fernando Henrique, em 2004, vestiu a amarelinha, neste período. Porém, do ano passado para cá, a tradicional posição voltou a ser destaque nas Laranjeiras.

Na última temporada, Diego Cavalieri foi convocado pelo então técnico Mano Menezes e agora foi novamente chamado por Felipão. Além do arqueiro do time principal, Marcos Felipe foi convocado para a Seleção Sub-17, que disputará o Sul-Americano e Filipe está na lista principal da seleção sub-15, que disputará amistosos no Catar e a Copa Internacional do Mediterrâneo, na Espanha.

Atualmente, o trabalho desenvolvido na base tricolor, é o mesmo realizado no time profissional, comandado pelo preparador Marquinhos. De acordo com o preparador da base, André Carvalho, esse é o principal segredo para a convocação dos jogadores.

– O Marcos Felipe é um goleiro que chegou com 12 anos no Fluminense e, com o tempo, foi mostrando o grande talento que tem. Ágil, com bons reflexos e envergadura. Não à toa defende a Seleção de base desde a sub-15. O Filipe é um goleiro que veio do futsal e tem grandes chances de chegar no profissional. Realizamos na base o mesmo método de trabalho implantado pelo Marquinhos no profissional. Se continuarmos nesse rumo, o Fluminense terá, daqui a quatro ou cinco anos, excelentes goleiros no time profissional vindos da base – disse André.

Marquinhos também exalta o excelente trabalho que vem sendo desenvolvido, ressalta que o principal foco tem que ser jogar no Fluminense e diz que os três são merecedores pela convocação.

- As coisas que acontecem são consequências do trabalho. Estamos contentes pelas convocações. Agora é continuar o trabalho e manter o foco. Eles merecem tudo isso – ressaltou o preparador.

Para Fernando Simone, gerente-geral das categorias de base, as convocações e o destaque dos jogadores, vem através do trabalho de integração entre a base e a equipe principal. Além dos goleiros, o dirigente lembra de jogadores como o meia Robert e o atacante Kennedy, convocados para a seleção sub-17, além do zagueiro Gustavo e o meia Ramon, que representarão a seleção sub-15.

– Acho que as convocações, não só dos goleiros, são reflexo dessa integração, da implantação de uma única filosofia de trabalho. Estamos no rumo certo, mas temos que manter os pés no chão, para continuar buscando o objetivo que é o de revelar jogadores para o Fluminense – afirma Simone.

Escolhido o melhor goleiro do último Campeonato Brasileiro, Cavalieri diz que a sequência é a principal arma para um goleiro chegar à seleção e se destacar. Além disso, o arqueiro que terá a companhia dos também tricolores Fred e Jean, para a disputa dos amistosos contra Itália, no dia 21, e Rússia, dia 25 de março, é mais um a ressaltar o foco no clube para ser chamado mais vezes para a Seleção.

– Fiquei feliz, principalmente por termos mais jogadores do Fluminense convocados. Meu objetivo sempre foi trabalhar para que um dia eu chegasse lá. Agora, o importante é continuar trabalhando, focado aqui, e tentar aproveitar mais essa chance que me foi dada – disse o camisa 12.

Já Marcos Felipe, vem vivendo um momento especial em sua carreira. Após disputar a Taça São Paulo, o goleiro foi campeão mundial com o time juvenil no Catar, sendo escolhido o melhor jogador de uma partida, nas quartas de final diante do Real Madrid, quando pegou dois pênaltis e classificou o time para a semifinal. Além disso, o jogador integra a lista de 30 jogadores para a disputa da Copa Libertadores.

– É uma honra defender as cores do Fluminense e ser convocado para a Seleção Brasileira. O clube me ensina diariamente a crescer como profissional e ser humano. Quero retribuir todo o apoio que recebo dos profissionais que trabalham em Xerém. E conviver com os profissionais é sempre bom. O Marquinhos sempre faz esse rodízio dos goleiros da base com os profissionais. Converso muito com o Diego, o Berna e o Kléver. É um aprendizado. Objetivo é sempre melhorar o trabalho – afirma Marcos.

Filipe, que já se apresentou à seleção sub-15, disse ser uma honra defender as cores do Brasil fora do país, e reforça o coro, exaltando o trabalho em Xerém.

– O Fluminense abriu as portas para que eu pudesse desenvolver o meu trabalho. O clube está sempre me dando apoio. Todos os profissionais com quem trabalhei são excelentes. Xerém é minha casa e, a cada jogo que faço pelo clube, o meu amor aumenta. Espero ainda dar muitas alegrias à torcida tricolor, continuar o trabalho e honrar as cores do meu país, assim como honro as cores tricolores – afirmou.

Sobre Bruno Calhau

Bruno Calhau
Tricolor, Carioca, Tijucano, Cabofriense, Ator, Publicitário e às vezes Jornalista.

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