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Carlos Eugênio Simon dá palestra aos jogadores na pré-temporada

Simon-Palestra-Atibaia

O ex-árbitro Carlos Eugênio Simon, a convite do Departamento de Futebol do Fluminense, deu uma palestra a jogadores e comissão técnica sobre arbitragem, visando um melhor aproveitamento na Libertadores da América.

─ Essa história de que o jogador dos outros países da América Latina tem mais vontade que o brasileiro não procede. O jogador brasileiro também tem disposição, tem garra. O que acontece é que eles usam esse estilo para provocar. Cabe ao jogador daqui se prevalecer da qualidade. O árbitro vai marcar o que tiver que ser marcado e ele sabe quem está conduzindo o jogo para o caminho errado ─ explicou o ex-árbitro ao site oficial.

Simon é atualmente comentarista da Fox Sports. Quando árbitro, apitou partidas nacionais e internacionais durante 27 anos, compondo o quadro da Fifa de 1997 a 2010, atuando em três Copas do Mundo. Experiente, Simon fala da relação entre árbitro e jogadores.

─ Tem que existir o respeito.  Essa mentalidade tem que existir. O árbitro não pode pensar que é o rei da cocada preta, assim como o jogador tem que respeitar a sua autoridade. O torcedor nunca pagou ingresso para me ver, mas sim para ver o jogador. Tem que levar o jogo na boa e pensar em trabalhar ─ explicou.

Simon abordou temas como a interpretação da bola na mão, a distância da barreira, a batida de faltas de maneira rápida e até mesmo a comemoração nos gols.

─ Já vi muitos jogadores tendo dúvidas durante a partida, não sabendo o que pode e o que não pode fazer. É importante que o atleta tenha a noção das regras que regem o que ele pratica. A Fifa estipula muitas orientações com a intenção de prevenir a manifestação de questões religiosas e políticas. É necessário definir limites, já que a criatividade do jogadores nunca tem fim ─ destacou.

Simon ainda revelou que o que mais incomoda um árbitro é o desafio à sua autoridade.

─ O árbitro se sente incomodado quando os jogadores começam a reclamar muito, o tempo todo. Qualquer coisa pequena vira motivo para que chamem a sua atenção. Isso deixa o árbitro irritado. Desafiar a autoridade dele nunca é o melhor caminho. O diálogo, sem grosseria, sem pressão, é sempre o melhor conduta ─ concluiu.

Sobre Rodrigo Barros

Rodrigo Barros
Profissional de Marketing Digital, SEO e Mídias Sociais, gosta de poesia, música e filmes, é pai da Heloísa e claro, torcedor do Fluminense.

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