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Em meio a comemorações, Celso Barros exalta trabalho da patrocinadora

Após acompanhar a conquista do campeonato brasileiro de perto, Celso Barros, presidente da Unimed, patrocinadora do clube, chegou ao Rio de Janeiro antes da delegação em um voo fretado, e logo foi para as Laranjeiras onde foi ovacionado pelos torcedores presentes. Pouco antes de aparecer na bancada da tribuna de honra, Celso analisou os troféus conquistados e revelou não sentir um gosto especial pela recém conquista. Segundo o presidente, é resultado de um trabalho que já dura 12 anos, exaltando o tempo que o patrocinador está a frente do time.

- Esse foi muito cedo não é? Todos são importantíssimos, maravilhosos, e temos de lembrar sempre a Copa do Brasil de 2007, que abriu muitas portas. Não ganhávamos um título nacional há 23 anos. Foi especial assim como o (Brasileiro) de 2010 pelas dificuldades, e esse, que foi o da afirmação. E são técnicos diferentes, presidentes diferentes, muitos jogadores diferentes e, me desculpe a vaidade, só o patrocinador em comum mesmo (risos) – frisou.

Após o tetra, o maior sonho dos tricolores é conquistar a Libertadores e posteriormente o Mundial de Clubes. Porém Celso Barros é comedido, e prefere não tratar os títulos como obsessão. Perguntado sobre o possível retorno de Conca às Laranjeiras, para buscar estes títulos em 2013, o dirigente desconversa e não alimenta o sonho da torcida.

- A torcida pede sempre o melhor, e a gente faz o possível – despistou.

Já pensando no planejamento para a próxima temporada, Barros acredita na manutenção do elenco e na permanência da maioria dos jogadores. Porém, não descarta a contratação de reforços pontuais, possivelmente indicados por Abel Braga e lembra que o projeto ambicioso começou em 1999, quando o Fluminense foi campeão da Série C.

- Foi um ano maravilhoso ( O Flu também foi campeão carioca), e o grupo de qualidade que nós temos vai ser mantido em sua maioria. Temos essa vontade, porque titulares e reservas se mantiveram no mesmo nível. O Deco, por exemplo, que é um jogador de seleção, viu esse jogo final comigo por estar machucado e não fez falta. É um trabalho longo, que visava a isso. Se não saíssemos da série C naquele momento (1999), também não estaríamos aqui. Quer dizer, o projeto começou lá atrás e acreditamos – ressaltou.

Sobre a presença de um pequeno público em Presidente Prudente, no jogo que decretou o título, o dirigente não se incomoda, e agora espera que o Fluminense aproveite os próximos três jogos para comemorar e fazer grandes festas.

- Foi legal, pena que é longe. Mas é a dinâmica do campeonato. Agora comemoramos, mas dá pra festejar contra o Cruzeiro, no Engenhão, semana que vem, contra o Sport em Pernambuco e contra o Vasco no último jogo – convocou.

Sobre Bruno Calhau

Bruno Calhau
Tricolor, Carioca, Tijucano, Cabofriense, Ator, Publicitário e às vezes Jornalista.

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