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Celso Barros comenta evolução do Flu e afirma: “Não me arrependo de nada”

Celso Barros comenta evolução do Flu e afirma: "Não me arrependo de nada"

Da série C ao tetracampeonato brasileiro, essa é a trajetória da parceira entre Fluminense e Unimed nestes 14 anos. Entre acertos, erros, contratações de impacto, títulos importantes e uma vitoriosa parceria, o presidente da Unimed, Celso Barros, afirma não ter se arrependido de nada no Tricolor.

- A realidade é que pegamos o clube na Série C e esse trabalho de resgate não seria feito em apenas quatro ou cinco anos. Naquela época eram três presidentes, por exemplo. Acho sim que a parceria evoluiu ao longo do tempo. Mesmo sem muitos títulos no começo, conseguimos resultados extremamente importantes, ficando entre os quatro melhores do Brasileirão em 2001 e 2002. Em 2005 ganhamos o Carioca e ficamos a um ponto da Libertadores. Apostávamos sim mais nos medalhões naquela época, mas não me arrependo de nada – frisou Celso, citando especificamente a contratação de Romário.

- Romário foi uma coisa fantástica para o Fluminense. Não tivemos conquistas naquele período, mas faz parte. A contratação e os 48 gols que ele marcou, um até de bicicleta, deu muita exposição até no Jornal Nacional. Mas não fomos campeões. Como agora não fomos campeões por causa de fulano ou beltrano e sim por um conjunto de situações. Não adianta questionar os investimentos anteriores agora. Entramos com o time no fundo do poço. Poucos conseguem sair de lá para ser duas vezes campeão brasileiro e uma da Copa do Brasil em apenas dez anos. Está sendo fantástico. Lógico que eu gostaria de ter sido campeão no começo, mas não era fácil. Hoje temos outros fatores que ajudam. A melhor safra de Xerém, por exemplo.

A cada temporada o contratado da Unimed/Rio é renovado automaticamente caso nenhuma das partes se manifeste pela rescisão. Porém,  em 2014 haverá eleição para a presidência da empresa. Celso garante não se preocupar com isso no momento.

- Ainda é cedo para pensar nessa situação. Hoje eu não posso nem dizer que vou ser candidato. Não sei o que vai acontecer até lá. Qualquer declaração seria um exercício de futurologia, como diria meu amigo Rodrigo Caetano. Não sei se as forças políticas da Unimed vão querer que eu seja candidato em 2014, por exemplo. Ou então não sei se eu vou ter disposição. É uma série de fatores que serão analisados mais para frente – encerrou.

Sobre Amanda Freitas

Amanda Freitas
Sou filha, amiga, mulher, tricolor, jornalista e sambista. O meu mundo se resume em duas palavra: Deus e Fluminense.

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