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Para acertar salários, diretoria recorre a empréstimo bancário

Peter sobre Conca: “Não vamos fazer nenhuma loucura”

Com ajuda de um empréstimo bancário, a diretoria do Fluminense quitou na última sexta-feira os salários atrasados do mês de novembro. Após a penhora de parte do prêmio relativo à conquista do tetracampeonato brasileiro, a folha de pagamento que é paga no quinto dia útil do mês ficou atrasada e acabou comprometendo as finanças das Laranjeiras.

De acordo com o presidente Peter Siemsen, a folha salarial do Fluminense gira em torno de R$ 2,2 milhões, sendo R$ 1,85 milhão referente apenas ao departamento de futebol. Os jogadores, por sua vez, recebem boa parte de seus vencimentos – normalmente entre 50% e 80% relativos ao direito de imagem – diretamente da Unimed, patrocinadora do clube.

- O problema são as penhoras, que acabam comprometendo a receita ordinária, do dia a dia, como a receita de TV, a mensalidade dos sócios, e atrapalham o pagamento mensal. Uma venda de jogador é receita extraordinária, não está prevista. Isso afeta nossa capacidade de cumprir com o fluxo das demandas mensais. Espero que até fevereiro tudo já esteja reorganizado – disse Peter.

Sobre Amanda Freitas

Amanda Freitas
Sou filha, amiga, mulher, tricolor, jornalista e sambista. O meu mundo se resume em duas palavra: Deus e Fluminense.

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