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Marcão comenta sobre sua carreira e oportunidades no Flu

Marcão comenta sobre sua carreira e oportunidades no Flu

Ídolo de muitos tricolores, o ex-jogador Marcão fez sua história no Fluminense pela sua entrega nas partidas e por ter participado do ressurgimento do clube no cenário nacional. Marcão chegou às Laranjeiras quando o clube disputava a terceira divisão do Campeonato Brasileiro, e foi no pior momento da história do clube que o jogador fez sua estrela brilhar por seis anos com o manto tricolor.

Marcão, conquistou a série C, além dos estaduais de 2002 e 2005. Confira esse bate-papo descontraído com o jogador feita pela Super Rádio Tupi:

Comenta que antes de entrar no mundo da bola fazia curso para torneiro mecânico:

“Tava fazendo estágio de torneiro mecânico no SENAI. Tava fazendo estágio, montando umas peças bonitas, mas ai o papai do céu me deu uma chance, vem cá meu filho agora é contigo.

Fala que começou tarde na carreira de jogador e não teve uma base dos fundamentos e táticas do futebol:

“Começamos tarde, já tava com 18 pra 19 anos e tive que ir na raça, porque a gente sente falta de uma base né? Eu na verdade cheguei no Fluminense com 26, 27 anos, sem base, eu não tive a oportunidade que os meninos de hoje tem, de escolinha de estar dentro de um clube desde os 12, 13 anos, isso fez muita falta.”

Explica como fez para superar esse déficit e vencer na carreira de jogador de futebol:

“Vontade, porque papai do céu deu a oportunidade de a gente estar vivendo aquele momento, estar fazendo aquilo, pra mim foi mais difícil porque desde que cheguei ao Bangu até chegar ao Fluminense todos os treinadores falaram, que realmente, eu tinha uma limitação técnica, sabiam do meu poder de marcação, da minha vontade de querer está com a bola, de roubar a bola do adversário, eles falavam para eu marcar o numero 10, isso desde os juniores até os 20 e tantos anos, eu não tinha posicionamento tático, ‘Marco vai lá e anula o numero 10’ e eu fazia isso. O 10 ia beber água eu ia atrás dele beber água. Quando cheguei ao Fluminense, já com o professor Parreira, que tem aquela leitura, aquela coisa tática, ele não falava pra marcar o 10, falava Marco se posiciona assim desse jeito, a leitura veio atrasada, senti muita dificuldade, fazia posicionamento tático com 27 anos, tinha dificuldade de assimilar isso, o professor me chamava no canto e botava lá no quadrinho dele e isso me ajudou muito”.

Afirma que o Tetracampeão Carlos Alberto Parreira foi seu grande professor no futebol:

“Tive pessoas muito importantes no inicio, pessoas que me ajudaram muito nessa transição, mas em uma função tática diferente. Ai no Fluminense quando tem que jogar e marcar, teve que valer a determinação e a força de vontade, Você realmente tem que estudar a disciplina tática, ai quando assimilei isso foi embora” – declara o eterno ídolo tricolor.

Sobre Amanda Freitas

Amanda Freitas
Sou filha, amiga, mulher, tricolor, jornalista e sambista. O meu mundo se resume em duas palavra: Deus e Fluminense.

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