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Felipe se diz em dívida com o Flu e manda o recado: “Quero entrar pra História”

Felipe se diz em dívida com o Flu e manda o recado: “Quero entrar pra História”

O veterano jogador Felipe retornou às Laranjeiras após uma passagem conturbada em 2005. Em entrevista ao Globo Esporte, o jogador diz estar em dívida com a torcida, diz ser mais um Guerreiro e espera fazer História no Tricolor.

Confira a entrevista na íntegra:

Como você se sente no início de sua segunda passagem pelo Fluminense?

Desde que saí do Fluminense, em 2005, quando encontrava o doutor Celso Barros casualmente falava que tinha uma dívida e que gostaria de pagá-la. Não pensava em voltar e não achava que teria essa chance, mas aqui estou. Não sei se vou conseguir pagar, mas vontade não me falta.

A estreia pode acontecer já neste domingo. Se sente pronto para voltar a vestir a camisa do Fluminense?

Já me sinto bem melhor. Tenho feito treinamentos em tempo integral, já participei de atividades com bola… Agora é esperar. Espero estar à disposição para entrar um pouquinho e começar a adquirir ritmo de jogo, até porque não sou mais nenhum garoto.

E como foi a recepção do grupo do Fluminense? Já conhecia alguns jogadores?

Com o Fred, tenho amigos em comum. O Thiago Neves, eu já conhecia do mundo árabe. Fui muito bem recebido e só tenho a agradecer. Espero ser uma opção a mais e poder ajudar o Fluminense.

Olhando o passado, você reconhece que a primeira passagem pelo Flu – com 19 jogos, dez vitórias, cinco empates, quatro derrotas e três gols marcados – não foi a ideal?

Poderia ter sido melhor, sim. Em função da suspensão (Felipe recebeu um gancho de seis meses por agressão), não pude corresponder às expectativas que foram criadas. A desconfiança existe, mas estou muito mais maduro e motivado. O Fluminense tem um grupo qualificado e venho para somar. Este ano será melhor do que 2005.

A Libertadores é uma competição que você conhece bem. Acredita que o Fluminense está no caminho certo para conquistá-la?

O Fluminense, de uns anos para cá, entra mais respeitado pelas conquistas, pelo elenco e pela tradição. O clube está no caminho certo. A temporada exige muito e, para ir bem nas competições, se faz necessário ter um elenco qualificado. O Flu tem isso hoje. O calendário é curto e é difícil manter o alto nível em todos os jogos. A Libertadores é um torneio que exige muito, é o título que todos almejam. Já tive a felicidade, e o Fluminense ainda não. Não esperava voltar a disputá-la e, por isso, estou feliz. É uma oportunidade única. Espero que dê certo.

Chegar em um elenco com estrelas como Thiago Neves, Deco e Fred gerou algum receio? Acredita que possa ter problemas de relacionamento? Aceitaria bem o banco?

Já joguei no Vasco em um elenco de estrelas do nível de Romário e Edmundo e não tive problemas. Não vai ser hoje que terei. Faço questão é de jogar bem e ajudar. Estou feliz e quero corresponder. Ano passado, o Cristóvão Borges (ex-técnico do Vasco) optou por me colocar no banco e eu respeitei. Em outros momentos, eu mesmo disse que o ideal era sair para reforçar a marcação. Podem não acreditar, mas penso mais no grupo do que em mim.

O que acha que mudou do Felipe de 2005 para o de 2013?

Estou mais careca e com o cabelo mais branco (risos). Tinha vindo do Flamengo para cá e jogava de maneira diferente. Algo como faz o Wellington Nem hoje em dia. Era mais jovem e hoje estou mais experiente. A vontade é a mesma. Quero entrar na história.

É mais um guerreiro?

- É isso. Já falei com a rapaziada: sou mais um guerreiro.

Ficou chateado com a maneira como saiu do Vasco?

- Foi uma opção do presidente e do diretor de futebol. A torcida ficou chateada, fez um movimento para que eu voltasse e só posso agradecer. Mas o Vasco hoje ficou de lado.

E a despedida do seu amigo Pedrinho (jogo entre Vasco e Ajax, no último dia 13). Ficou chateado por não poder participar?

- Assisti ao jogo. O Pedrinho é merecedor de tudo isso. Gostaria, sim, de ter participado, mas não foi possível. Falo com ele todos os dias, estive em sua casa no dia do jogo e sei que ele ficou emocionado com todo o carinho.

Sobre Rodrigo Barros

Rodrigo Barros
Profissional de Marketing Digital, SEO e Mídias Sociais, gosta de poesia, música e filmes, é pai da Heloísa e claro, torcedor do Fluminense.

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