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Peter diz que prioridade para Libertadores é manter Wellington Nem

Peter diz que prioridade para Libertadores é manter Wellington Nem

Em entrevista para o Jornal Extra, o presidente Peter Siemsen falou sobre as prioridades para o ano que vem, sobre manter jogadores como Wellington Nem, CT e a volta do “guerreiro” Conca.

Confira a entrevista na íntegra:

O ano de 2012 vem sendo muito diferente do de 2011. A que se deve essa diferença?

São situações muito diferentes. Em 2011 eu tinha recém-assumido a presidência. Era uma nova administração do clube. E houve um momento em que a cultura do que existia antes e os novos objetivos entraram em conflito. Ali as coisas foram difíceis, mas devagarzinho foram superadas. Só que com desgaste interno, externo e até pessoal.

O Fluminense está pronto para sobreviver à janela de transferências?

Se o Fluminense estivesse com três meses de salários atrasados, então teria que vender jogador correndo. Isso é sobrevivência. A pergunta agora é: “Qual valor vocês consideram suficiente para querer fazer uma venda”? O Fluminense tenta avaliar a possibilidade. Se ela vier com um valor que dê condições de antecipar o fim dos problemas financeiros e que tecnicamente compense a perda, nós vamos fazer. A gente está sempre apto a vender jogador em qualquer janela.

E vocês já receberam alguma proposta que atenda a essas exigências?

Como tem muita consulta, acho que não é momento de a gente falar sobre isso. Vamos esperar o fim do campeonato. Até porque a janela é em janeiro. Agora, se você perguntar: “Vocês querem vender jogadores que fazem parte do grupo que está disputando o Brasileiro constantemente”? A vontade é mantê-los, porque temos a Libertadores pela frente. No caso do (atacante) Wellington Nem, o trabalho vai ser para não vendê-lo. O objetivo é não haver a transferência do Wellington.

Fará muitas contratações para a Libertadores?

Temos um elenco de respeito hoje. Mas, se houver mudanças, elas serão pontuais, porque quase todo o elenco tem contratos que ultrapassam a virada do ano. Serão por oportunidades e observação da área técnica. A gente gosta muito do elenco atual e a ideia é procurar mantê-lo.

Alguma chance de o grupo ganhar mais uma estrela?

Depende muito do que se chama de estrela. Se quer dizer aquele cara rodado, que venha da Europa, a gente não está trabalhando com essa possibilidade.

E alguém que venha da China, como o Conca?

(Risos) Ele teria que fazer um trabalho muito grande. Porque não depende só do Fluminense e do patrocinador. Depende dele, do clube chinês… É difícil falar sobre isso. O Fluminense não tem condições de fazer algo que não está a seu alcance.

Valeu a pena ter esperado três meses pelo Abel, quando ele estava no futebol árabe?

Acho que valeu. A gente estava em um momento de transição, de mudança de cultura. E de repente o que parecia ser complicado, que era essa espera, se transformou num desafio a ser vencido. E acho que a gente conseguiu superar.

E por que ainda não renovaram com ele?

Porque tratar de renovação teria que ter sido muito antes da reta final do Brasileiro. Numa situação intensa como esta não é o momento de tirar o foco. Até porque quando um não quer dois não fazem. Não existe esse negócio de um prender o outro. Você não pode ter alguém trabalhando no seu projeto insatisfeito. Tudo só vai acontecer se ele quiser.

Acha que esse Estadual mais longo proposto pela Federação é prejudicial aos clubes?

Sem dúvida é prejudicial. Não concordamos. Na verdade, gostaríamos que a Federação reavaliasse e reduzisse o número de datas do Estadual. Para melhorar a pré-temporada e para torná-lo mais viável economicamente. Não do lado da TV, mas das outras propriedades comerciais. A se manter como está, tudo bem. Vamos em frente. Agora, aumentar, para nós, de maneira nenhuma.

O que achou da proibição de os clubes participarem da licitação do Maracanã?

A gente gostou bastante da forma como foi apresentado pelo Régis Fichtner (secretário da Casa Civil do Estado). A única coisa que comentamos é que esse caminho podia ter sido indicado lá atrás. O fato de os clubes não poderem participar (para que não haja exclusividade de um clube) é interessante. Porque o Maracanã tem 60 anos de serviço aos clubes e os clubes, a ele. Uma relação que não pode ser rompida. O concessionário, sendo privado, tem interesse econômico e vai discutir com os clubes o melhor formato. Agora esperamos o edital para saber como vamos lidar com isso.

A relação com a Adidas ficou abalada após ela oferecer ao Flamengo quase o quádruplo do que oferece ao Flu?

É uma relação de muitos anos, mas o clube trabalha com as oportunidades. Nós estamos avaliando toda a situação. Tem muita especulação ainda (sobre a proposta feita ao Flamengo), mas o clube está preparado para lidar com isso e certamente, caso (um desfecho) venha a acontecer, o clube vai estar trabalhando bem posicionado. Para o bem ou para o mal. Pode dizer isso que aí vai ficar claro.

Há solução para o desgaste do campo das Laranjeiras?

O investimento tem que ser grande e seriam necessários três meses sem usar (o campo). Para nós, é impossível. Está sendo bom agora, com a Urca (onde o time treina de vez em quando). Para o ano que vem, a ideia é manter isso. A gente vai refazer (o gramado). Não vamos deixar chegar no estado a que chegou porque vamos revezar com a Urca desde o começo da temporada. Como temos o objetivo de estar no CT no fim de 2013, poderíamos parar e fazer o que tem de ser feito.

Sobre Rodrigo Barros

Rodrigo Barros
Profissional de Marketing Digital, SEO e Mídias Sociais, gosta de poesia, música e filmes, é pai da Heloísa e claro, torcedor do Fluminense.

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