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Fluminense e Goiânia rechaçam acusação de “virada de mesa” no NBB

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Com o convite realizado pela LNB ao Goiânia e ao Fluminense para participar da sexta edição do NBB, fez com que alguns jornalistas, por total desconhecimento do regulamento da Liga Nacional de Basquete, associaram o convite a uma entrada pela porta dos fundos das equipes na elite do Basquete.

Fluminense e Goiânia participaram do processo natural para o acesso ao NBB, o Tricolor se classificou chegando a final da Copa Sudeste, onde foi derrotado pelo Rio Claro, e o Goiânia venceu a Copa Centro Oeste. Na Supercopa Brasil. O Fluminense bateu o próprio Goiânia na semifinal e foi campeão do torneio ao vencer o Macaé. No Triangular decisivo, o Fluminense perdeu para o Macaé e para o Tijuca ficando de fora do NBB. Com projetos consistentes foram convidados pela Liga, como explica o presidente da Liga:

- O critério para o acesso e descenso para esta temporada foi feito dentro de quadra. Tanto o Macaé, que conquistou a vaga no próximo NBB, quanto o Tijuca, que permaneceu no campeonato, conquistaram esse direito jogando basquete e irão participar da próxima temporada. Só que existe uma possibilidade dentro do estatuto da LNB, que permite contemplar projetos que possam melhorar a competição. E foi exatamente isso que aconteceu com Fluminense e Goiânia. Portanto, não tiramos vaga de ninguém. O convite é uma atribuição estatutária da Liga, do mesmo jeito que foi feito com o Basquete Cearense na temporada passada. Goiânia é uma praça importante para o crescimento da Liga, além de ser uma cidade que sempre gostou de basquete. Quanto ao Fluminense, se trata de um clube com uma história muito grande, inclusive no basquete. O que tem que ficar claro é que as duas equipes apresentaram projetos consistentes e de longa duração – afirmou Cássio Roque.

Com um investimento de aproximadamente R$ 3 milhões, o projeto apresentado pelo diretor de Basquete do Goiânia,  Álvaro Alexandre, tem como objetivo representar dentro de quadra a região Centro-Oeste.

- Sabíamos que a entrada no NBB tinha dois caminhos: dentro de quadra e por meio de um convite. Nós poderíamos ter apresentado nosso projeto como o Basquete Cearense fez na temporada passada e abrir mão de buscar a vaga jogando. Mas como temos história no basquete, preferimos tentar nossa classificação em quadra. Conquistamos a Copa Centro-Oeste, mas acabamos perdendo para o Fluminense nas semifinais da Supercopa, nossa única derrota nas duas competições, e ficamos fora. Então, tentamos pela segunda opção. Encaminhamos o projeto e a Liga aceitou, não tem nada de errado nisso. Está no estatuto. Temos tradição e as pessoas em Goiânia adoram basquete. Justificamos nosso aporte financeiro e estrutural por, no mínimo, quatro anos, que não visa apenas à disputa esportiva. Nosso projeto é grande e inclui investimento nas categorias de base, projetos sociais na cidade e criação de escolinhas de basquete. Temos o Ginásio Rio Vermelho, com capacidade para 5 mil pessoas, a Goiânia Arena, com capacidade para 12 mil pessoas, além do Newton de Faria, que recebeu a decisão do NBB de 2009, entre Brasília e Flamengo (RJ), em Anápolis, com capacidade para 6 mil pessoas – explicou Álvaro Alexandre, diretor de basquete do Goiânia.

A diretoria Fluminense rechaça a acusação de virada de mesa e aposta num projeto consistente e financeiramente seguro para os próximos quatro anos.

- A única forma legítima de acesso ao NBB é por meio de aprovação de projeto e apresentar comprovações de solidez em sua investida no acesso. Além disso, a LNB também avalia o interesse da competição, que pode ser geográfico, muitas vezes financeiro ou mesmo de negócio, no qual se encaixa o Fluminense, que pode aumentar o interesse do público pela modalidade. Portanto, não houve em momento algum virada de mesa. Ano passado, o Basquete Cearense, clube que ainda não tinha sido fundado, nem disputado uma única competição, mas que já tinha alicerces de um grande patrocinador e do governo local foi avaliado, aprovado e teve uma participação honrosa, terminando em 9º lugar numa competição com 18 equipes, sendo sucesso de público e ajudando muito na propagação da modalidade na região Nordeste. Nosso projeto pretende trazer alguns atletas brasileiros do exterior, pois estamos entrando no mercado um pouco tarde. Grande parte dos elencos dos times que disputam as primeiras colocações já está montada. Além disso, vamos tentar acertar na escolha de estrangeiros e aproveitar algumas oportunidades de mercado ainda disponíveis. Esperamos fazer uma grande temporada. Nos próximos dias deveremos anunciar alguns nomes, mas existe toda uma adaptação do clube à nova realidade que estamos vivendo desde quarta-feira – assegurou Marcelo Bunte, coordenador geral do basquete tricolor.

Confira o que diz o artigo 8º do estatuto da LNB:

Art. 8º. DA ADMISSÃO DE ASSOCIADOS. Serão admitidas como associadas as entidades de promoção do basquetebol, em especial equipes masculinas adultas da modalidade que, concomitantemente:

a. estiverem regularmente inscritas em federações regionais de basquetebol ou na Confederação Brasileira de Basketball (CBB).

b. obtiverem aprovação do seu pedido de inclusão pelo Conselho de Administração

c. cumprirem os requisitos formais e as obrigações pecuniárias que o Conselho de Administração estipular para a inclusão

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Sobre Rodrigo Barros

Rodrigo Barros
Profissional de Marketing Digital, SEO e Mídias Sociais, gosta de poesia, música e filmes, é pai da Heloísa e claro, torcedor do Fluminense.

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