O transbordamento de detritos e o acúmulo de lixo em contêineres instalados na região central de Teresópolis, na Região Serrana do Rio, têm gerado forte insatisfação entre quem vive e trabalha no município.
H2: Pontos críticos no centro da cidade Os equipamentos foram colocados para suprir prioritariamente as necessidades do comércio local, contudo, comerciantes e moradores apontam que o volume gerado supera a capacidade estrutural dos reservatórios. Um dos trechos mais afetados situa-se na Calçada da Fama, exatamente em frente à Praça da Igreja Matriz, zona de intensa circulação turística e próxima a um dos principais cartões-postais da cidade. O problema também se repete nas proximidades da Praça Olímpica, espaço amplamente utilizado para lazer e prática esportiva.
H3: Riscos à saúde pública Além da poluição visual e do forte odor exalado pelos resíduos, a população expressa temor com a proliferação de pombos, roedores e outras espécies atraídas pelos detritos. A principal apreensão recresce sobre eventuais ameaças à saúde pública de frequentadores e pedestres que transitam pela área diariamente.
H2: Medidas adotadas pela prefeitura Em posicionamento oficial por nota, a administração municipal declarou que monitora as queixas referentes ao transbordamento nas imediações da Praça Olímpica e da Rua Duque de Caxias. A gestão destacou que a companhia encarregada pelo recolhimento recebeu três notificações formais apenas na semana corrente para normalizar o atendimento. Adicionalmente, técnicos da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos efetuaram uma inspeção presencial nos pontos críticos junto com representantes da prestadora. Como medida paliativa, o poder público viabilizou a entrada em operação de um veículo compacto de transporte de detritos, conhecido como Combolix, que ficará estacionado próximo à ponte para suprir a demanda da Praça Olímpica e da Rua Duque de Caxias, enquanto a fiscalização sobre o contrato permanece ativa.
H2: Posicionamento da empresa de limpeza Por sua vez, a companhia terceirizada argumenta que realiza o esvaziamento dos depósitos três vezes ao dia naqueles trechos, tendo remanejado equipes de bairros distintos para intensificar o suporte. Conforme a prestadora, o fluxo de descarte excede o limite operacional da coleta tradicional, gerando novos volumes logo após a passagem dos caminhões. Concernente à nova alternativa, a firma explicou que o veículo Combolix passa por etapas de preparação e que os colaboradores designados realizam exames admissionais e treinamentos de integração. A expectativa é que o novo formato logístico entre em vigor na próxima semana, com janela prevista entre terça-feira (10) e quarta-feira (11), aguardando a finalização dos trâmites operacionais para confirmação exata da data. Com isso, espera-se otimizar a dinâmica de descarte e acelerar a limpeza urbana na região central.









